ESCLARECIMENTO ÀS REDAÇÕES: A SRA. MANUELA NIZA NÃO REPRESENTA NENHUM INSPETOR DO SEF

A presidente do Sindicato dos Funcionários do SEF (SINSEF) tem feito declarações sobre a atividade operacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteira – SEF, mas apenas representa administrativos, auxiliares, telefonistas, etc. Nem ela, nem nenhum dos seus representados, alguma vez tiveram qualquer atividade de investigação ou de segurança. Por essa razão, os inspetores do SEF exigem-lhe que não fale sobre o que não sabe e, sobretudo, que não sugira que os representa.

 

A Direção Nacional do Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteira (SCIF-SEF), associação sindical que representa em exclusivo os elementos do Corpo Especial do SEF  – ou seja, os inspetores – vem, por este meio, dar público conhecimento do seu repúdio pelas afirmações proferidas na comunicação social, nas últimas semanas, pela Sra. Manuela Niza, Presidente do Sindicato dos Funcionários do SEF (SINSEF), dando falsamente a entender que representa a estrutura operacional do SEF e que tem alguma coisa a ver com as tarefas de investigação e de segurança que este serviço policial leva a cabo. Tal não é verdade.

O SINSEF e a sua presidente representam sindicalmente apenas os elementos das carreiras gerais da administração pública com vínculo profissional ao SEF, ou seja, para simplificar, os trabalhadores administrativos, auxiliares, responsáveis pela limpeza, etc. O SINSEF, bem como a sua presidente, não representam quaisquer elementos da  carreira de investigação e fiscalização do SEF, todos eles inspetores, razão pela qual devem, como é óbvio, reconduzir a suas afirmações de âmbito sindical às carreiras profissionais que representam.

Esta mensagem é dirigida a todas as redações de órgãos de comunicação portugueses para que os jornalistas que, na sua boa-fé, supuseram que a Sra. Manuela Niza e o SINSEF representava um único trabalhador com funções diretas de investigação ou de segurança, saibam que tal não é verdade.

O que se tem passado é, única e simplesmente, uma tentativa ilegítima de representação sindical. Ou, porventura, a tentativa de usar plataformas da opinião pública para expressar opiniões pessoais a coberto de uma legitimidade representativa que não existe.

Os inspetores do SEF, tal como a direção do seu sindicato, ficam à disposição de todos os jornalistas para prestarem os esclarecimentos que entenderem necessários.